Uma chávena da geração mais moderna e que ainda faz parte das minhas memórias menos recuadas. Usavam-se vulgarmente nas nossas casas. Ofereciam-se estas chávenas como prenda de anos por serem peças utilitárias e acessíveis.
Estes dois exemplos com a palavra Sacavém em relevo. Lembro-me deles. Havia-os por todo o lado e geralmente muito maltratados. Estes chegaram até hoje em muito bom estado e pertenceram â minha sogra que recebia muitas peças deste género e que as guardava. Encontrei-os numa pequena colecção que ela juntou ao longo dos anos e está um exemplar idêntico exposto mo Museu de Cerâmica de Sacavém.
Fico especialmente contente pois já tenho uma seguidora, a Dília, uma portuguesa no Brasil, concretamente, Rio de Janeiro e que segue com assiduidade os meus blogs. Foi também a primeira comentadora deste meu novo espaço.
Uma prenda que recebi recentemente, dois azulejos que suponho serem da Fábrica de Cerâmica de Sacavém mas que não têm marca e que representam duas paisagens bucólicas.
Com este post dou início ao meu novo blog com peças fabricadas nesta fábrica que hoje não passam de memórias e tenho a sorte de algumas pessoas me terem oferecido ao longo dos anos vários exemplares, outros fui herdando, parte dos utensílios estiveram em uso na minha família e esses têm também a sua própria história.